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segunda-feira, junho 13, 2011

   História do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica.
 Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em
 honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registo está no início do século XVII, quando a
 Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma
às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras
tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de
 "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake",
 um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio.

  Amor de Mãe
Ela acordou a noite quando eu estava chorando;
Ela me deu o alimento quando eu estava com fome;
Ela me deu atenção quando eu precisava;
Ela me consolou quando eu precisei chorar;
Ela brigou comigo quando eu fiz algo de errado;
Ela me mostrou o caminho em que eu deveria andar;
Ela me abraçou quando estava com frio;
Ela me beijou quando precisava de carinho.
É por essas e outras que hoje eu declaro o meu amor pela mulher mais linda do mundo...

Minha Mãe.


  Oração das Mães

  "Senhor, fazei que eu me lembre mais
das minhas responsabilidades do que
dos meus privilégios.

Que eu saiba amar
meus filhos sem intenção
alguma de possuí-los.
Que eu conquiste o respeito dos
meus filhos em lugar de exigi-lo.

Que eu seja compassiva e compreensiva
ante os defeitos deles, sendo forte
também em corrigi- los, não tendo nunca
amor de "vista grossa", o triste falso amor
que sabe apenas fazer todas
as vontades das crianças.

Que eu tente projectar no coração
de meus filhos a vossa imagem de Pai
e que a minha imagem de mãe seja
um reflexo de vossa imagem de Pai.

Que eu os faça crescer, estes meus filhos,
bem mais por dentro do que por fora.
Que eu saiba dialogar
bem mais do que ensinar.

Que a fertilidade do meu ventre não seja
maior que a sublime fecundidade da
minha alma de mãe.

E que esta alma de mãe seja uma cópia do vosso
grande coração de Pai.
Amém.

Publicado por: IldaCaro

Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada
O sol doira
Sem literatura

O rio corre ,bem ou mal.
Sem edição original.
E a brisa essa,
De tão naturalmente marinar,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papeis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.



Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores ,música ,o luar ,e o sol que peca
Só quando ,em vez de criar,seca.

O mais, do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Publicado:Maria Briolanja Carmo

A arte de bem envelhecer

 
Já diz o ditado que "velhos são os trapos". E nada é mais válido numa sociedade que está continuamente a envelhecer. Se a idade, em muitos casos, é um posto, não há razão para se ficar de braços cruzados à espera que os anos passem. Chegou a hora de viver uma segunda juventude. O segredo? É mantermo-nos sempre activos, porque parar é morrer. A ciência ainda não descobriu a "cura" anti-envelhecimento, mas já desvendou algumas fórmulas que permitem prolongar a juventude por mais tempo. A "velhice", segundo os especialistas, é um conceito que já passou de moda. Actualmente, promove-se o envelhecimento activo, porque a chamada terceira idade não tem, necessariamente, de ser uma fase negativa . O passar dos anos não tem de ser encarado como uma fatalidade, mas sim como uma oportunidade, até porque a maior parte das pessoas idosas não corresponde à imagem dos "coitadinhos" de bengala e com dificuldades de locomoção. "A idade da reforma não tem de ser obrigatoriamente um período de ruptura. Qualquer aposentado pode continuar activo, desde que se sinta estimulado para realizar outras tarefas. A reforma é um período de adaptação a uma vida nova. Mas não tem de ser penosa, nem tem de corresponder a um "corte abrupto com a rotina". O segredo está em preparar, ao longo dos anos, a fase de transição. Como preparar essa fase de transição para obtermos um envelhecimento saudável?
Publicado por: Ilda e Florentino

Farol



O farol é uma luz que ilumina... ilumina os barcos que semelenaufragavam tocando nos primeiros rocedos queaparecessem.


Mas o farol tambem pode ser a luz de todos os dias,.. a luz que apreendemos no nosso dia a dia..nas aulas que frequentamos,,,noconvívio com amigos... nos livros que lemos... nas poesias que consultamos...nasmusicas que escutamos..

Porque a-pesar de tudo viover vale a pena.

quinta-feira, junho 09, 2011

EPI(B)LOGANDO...

Estimadérrimos seguidores, leitores e frequentadores do nosso blogue,

Estamos mesmo, mesmo, a concluir esta viagem em carruagem TIC. Já se avista a estação de chegada e, uma vez lá, um último "Enter" encerrará este ciclo.

Um núcleo (que pela sua natureza se passou a designar duro), estável mas sempre estendido a novos passageiros, frequentou esta carreira de TPV, leia-se Trem de Pequena Velocidade, pela ferrovia principal e pelos atalhos que as agulhas impuseram, até se esgotar a viagem nesta estação, que como em qualquer cidade importante será sufixada de  "A" ou "B", e onde se iniciará nova viagem...

Vamos manter viva esta chama que nunca consumirá a nossa amizade, e deste blogue se dará continuidade num contexto diferente, menos académico e mais pessoalizado e personalizado. Deixaremos de ser a turma da Informática Avançada(Plus) da USALMA, para sermos tão somente um grupo de amigos que se manterá em ligação (em rede) e que irá alimentando uma nova publicação no mesmo ciberprelo:

ALMA NOSSA em http://almanossa.blogspot.com

Nesta nova tertúlia esperamos por si :)

terça-feira, maio 10, 2011

A CORRIDA

FICÇÃO:

   Ele corria corria, como se a ausência aquele encontro marcasse para sempre a sua vida. Quando lá chegou, atrasado, não estava lá ninguém. Aquela ausência, aquela mudez, fê-lo voltar para trás, agora devagar, indolente, como se estivesse a sair de um pesadelo, carregando um peso enorme.
  Ainda novo fizera semelhante corrida, e embora sem se atrasar, os resultados não foram nenhuns. Tinha outra idade e rapidamente se esquecera do ocorrido. Coisa de garotos ria-se ele hoje.
   Mas desta vez tinha preparado tudo com tanta antecedência, pensara em tudo, só não pensara no fracasso. Agora, achava que sobrevalorizara aquele encontro. Afinal, nada é definitivo. Correr, correr uma vida inteira, era uma fatalidade. Por vezes sentia-se cansado. Mas aquela corrida era importante, marcava um objectivo, sempre o mesmo, a felicidade. Queria provar a ele próprio ser possível, ao que todos diziam ser um sonho. Não queria deixar-se dominar pelo tempo, mas este ameaçava faltar-lhe. Então tinha que correr, não podia deixar que o tempo lhe retirasse essa possibilidade. Por vezes, parava um pouco para retemperar forças, e sentia-se cansado, lá isso sentia-se.
   Aquela corrida tinha mudado muito da sua vida. Era estranho, ter a sensação de que estamos a morrer e simultaneamente a viver com mais fervor. Aquela caminhada não tinha fim. Nunca acabaria. Caminharia sempre, e no fim, depois dos pés se recusarem, não desistiria, porque não podia parar, porque já nada era igual. Doía-lhe a falta de esperança, a mesquinhez dos preconceitos, tudo se extinguia, mas aquela chama não. Mudasse o Mundo de lugar e tudo arrastaria, e nova corrida empreenderia. Dera tudo o que de melhor possuía, e o Mundo, devolvia-lhe o que de mais amargo existia. Perdera o querer, sem nunca renunciar ao sonho. Empenhara-se naquela corrida, em cuja meta um dia acreditara, mas não era assim, derrubadas tantas barreiras, levantou os olhos e viu muitas mais barreiras. Não desistiu, apenas sentiu necessidade de descansar. Tinha idolatrado anjos e demónios, mas a realidade, o Mundo, os homens nada era assim. Parou e manteve os olhos baixos, para não ver ninguém, porque alguns esboçavam sorrisos escarninhos. Devagar, murmurava;
Agora que tudo perdera, …ganhara um pouco de paz.

Válter Deusdado

segunda-feira, abril 25, 2011

Oh Abril!


A Poesia e o 25 de Abril



Abril deu-me asas            
e convidou-me a ouvir
baladas diferentes
Segui-o,
segui-o a pensar
que hei-de sempre
aprender
se for para a frente
Segui-o com a convicção
do poder me contentar
com o que ele me quiser
prendear
porque o ouro já possuo
no meu coração.
Oh Abril Esperança,
que me leva a aventurar
Em céus
com as cores do arco-íris
Oh Abril, que abres as portas
dos lares solitários
e invades os jardins
com risos infantis
Oh Abril
o sol também brilha
na cabeça do velhinho
que aspira a um cantinho
numa janela adornada
de mangericos
para seguir a memória longínqua
 

 Oh Abril, a brisa também
suave suspira
no doente
que adormece
sob o olhar quente
duma alma carinhosa
que ainda é crente
Oh Abril



se possível fosse
dar-te a mão
e levar-te aos carentes
aos famintos

aos sedentos
e fazer nascer jardins
e fazer jorrar a água
das fontes ressequidas
pelo mau tempo 

erigia-te um templo. 

Publicado por:IldaCarol

Diana de Moura, Halifax, Canadá
email: diana@portugal-linha.pt